Unibave promove o Dia D do Universidade Gratuita em Orleans (SC)
Orleans (SC)
O tão aguardado momento para inscrição no programa Universidade Gratuita, do Governo do Estado de Santa Catarina, está chegando! As novas inscrições serão abertas na quinta-feira, dia 27. Para preparar melhor os acadêmicos e aliviar a ansiedade, o Centro Universitário Barriga Verde (Unibave) promoverá o “Dia D do Programa Universidade Gratuita”.
As orientações acontecerão em três momentos: na quarta-feira (26/03), às 19h30 e às 20h30, no Centro de Vivências; e na quinta-feira (27/03), às 10h, para as turmas de Medicina Veterinária em sala de aula. Segundo a coordenadora da Central de Atendimento ao Estudante (CATE), Kátia Sorato, será um momento para tirar dúvidas. “As turmas serão divididas por curso e os alunos vão receber o comunicado do seu horário por meio da coordenação do seu curso. Vamos falar sobre a documentação necessária e tudo o que o candidato precisa saber para ser beneficiado pelo programa”, comentou.
Além disso, o Unibave disponibilizará um tutorial por meio das redes sociais, e a equipe da CATE estará disponível para atendimento presencial ou pelo WhatsApp Institucional, no (48) 3466-5600. “Estamos buscando todos os meios para facilitar o entendimento do programa e o acesso dos acadêmicos”, garantiu a Kátia.
Acadêmicos do Unibave exploram acervo histórico no Museu ao Ar Livre
Os acadêmicos dos cursos de Medicina Veterinária e Psicologia do Centro Universitário Barriga Verde (Unibave) realizaram visitas ao Centro de Documentação Histórica Plínio Benício, localizado na Casa de Pedra do Museu ao Ar Livre, na quarta-feira (19/03). A intenção, em ambos os casos, foi conhecer o acervo e relacioná-lo com o conteúdo desenvolvido em sala de aula.

A turma da disciplina de Psicologia Social, ministrada pela professora Sara da Silva Böger, conheceu a documentação da Colônia Grão-Pará, que mostra o choque de grupos humanos na região de Orleans. Segundo a professora, as aulas no Museu são fundamentais para a formação profissional dos psicólogos. “Às vezes, a história fica muito abstrata na sala de aula, mas, quando a gente vem ao Museu, o acadêmico vê os registros documentados, e a história se torna mais concreta e palpável”, comentou.
Ela também destacou a importância do contato direto com os documentos históricos. “Uma coisa é falar sobre o genocídio indígena, outra é segurar em mãos o recibo de pagamento de um ‘bugreiro’ no valor de vinte mil réis pelo seu ‘trabalho’. Isso marcou nosso povo e nossa história. O acervo do Museu é extremamente valioso para compreender a história da nossa região, a subjetividade do nosso tempo e a diversidade étnica do nosso povo”, afirmou.

Os acadêmicos também puderam conhecer a exposição “Povos Indígenas: registros dos povos Xoklengs em Orleans e na região sul catarinense”, disponível para visitação no primeiro piso da Casa de Pedra.
Medicina Veterinária
Já os acadêmicos da primeira fase de Medicina Veterinária conheceram o acervo relacionado à profissão na época da colonização. De acordo com a diretora do Museu ao Ar Livre, Valdirene Böger Dorigon, essa experiência permite uma contextualização com a prática atual.

A direção do Museu também reforça que a documentação está disponível para visitação e pesquisas, mediante agendamento de aula. Para mais informações, basta entrar em contato pelo WhatsApp do Museu: (48) 99042-739.
ASSESSORIA DE IMPRENSA









