• Nome da Praça Verino Padoin em São Rafael é aprovada pelo Poder Legislativo

Nome da Praça Verino Padoin em São Rafael é aprovada pelo Poder Legislativo

22 Jul, 2025 18:22:19 - Geral

Içara (SC)

Nesta segunda-feira (21/7/2025), foi aprovado, em votação final, o projeto de lei PL/36/2025, que denomina "Praça Verino Padoin", a praça localizada junto à Igreja de São Rafael, na localidade de São Rafael, em Içara (SC).

O autor do projeto de lei, vereador Gelson Possamai (PP), comentou que a medida tem o objetivo de prestar uma justa homenagem ao cidadão que ao longo de sua vida demonstrou profundo comprometimento com a comunidade. “Sua atuação foi marcada pela simplicidade, ética e espírito voluntário, tornando-se referência moral e social para todos que o conheceram”, afirmou Possamai.

O edil destacou que a homenagem também reforça a importância da preservação da história local e do reconhecimento de pessoas que fizeram a diferença por meio de suas atitudes e ações em benefício da coletividade. O projeto segue para sanção da prefeita municipal Dalvania Cardoso (PL).

Histórico: Verino Padoin

Verino Padoin, nascido em 02 de fevereiro de 1916, na cidade de Urussanga (SC), filho de João Padoin e Joana Magnin Padoin, mudou-se ainda jovem para a localidade de Terceira Linha (bairro São Rafael), onde viveria toda a sua trajetória dedicada à fé, à comunidade e à família. Desde cedo, demonstrou grande devoção religiosa, participando ativamente das ações da comunidade. Aos 22 anos, casou-se com Josephina Dal Toe Padoin, com quem teve seis filhos, formando uma família que seguiu seus passos de fé e compromisso com a vida comunitária. Padoin foi o coração espiritual da comunidade por décadas, exercendo com humildade, dedicação e profundo amor pelo que fazia. Era ele quem abria as portas da igreja diariamente, quem conduzia os terços com devoção, organizava as procissões e caminhadas religiosas, sempre com o intuito de fortalecer a fé e a união entre os moradores. Em tempos de tempestade, era comum vê-lo desafiando o vento e a chuva para bater o sino da capela, um gesto tradicional que, segundo a crença local, espantava o mau tempo e protegia a comunidade. Faleceu em 10 de outubro de 2000, deixando um legado que ecoa nas gerações seguintes e permanece no coração da comunidade de Terceira Linha como um exemplo de fé, compromisso e amor ao próximo.

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REDAÇÃO JINEWS
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