Reitores pressionam governo por recursos do Fies

26 Set, 2016 16:17:33 - Educação

Orleans (SC)

Na última sexta-feira, dia 23 de setembro, o presidente da Associação Catarinense de Fundações Educacionais - Acafe, professor Sebastião Salésio Herdt, participou da reunião do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas – Comung, para discutir meios de pressionar o governo federal pela liberação dos recursos para o aditamento do Fies referentes ao segundo semestre de 2016. Também participaram do encontro um representante da Associação Brasileiras de Reitores das Universidades Comunitárias - Abruc. Herdt salienta que uma das medidas a serem adotadas é uma ação na Justiça contra a União.

Durante a semana, o presidente da Acafe teve intensa agenda em Brasília para acompanhar a votação, pelo Congresso Nacional, do Projeto de Lei 8-2016, que faz aditamento dos recursos para o Fundo de Financiamento Estudantil - FIES a todas as universidades brasileiras. A votação estava agendada para a noite de segunda-feira, mas foi adiada para a manhã da última terça-feira, dia 20 e acabou sendo transferida para outubro. A preocupação dos reitores é que os estudantes que têm financiamento estudantil ainda não foram autorizados pelo governo a assinar o aditamento para o segundo semestre de 2016.

As universidades comunitárias catarinenses mantêm os alunos que pagam os estudos com bolsas do Fies em sala de aulas, mas sofrem com a falta dos recursos nos caixas. Para buscar apoio, Herdt visitou todos os senadores da bancada catarinense Paulo Bauer, Dário Berger e Dalírio Beber, e ainda buscou apoio para aprovação da matéria junto aos deputados da bancada catarinense.

Segundo o reitor do Unibave, Elcio Willemann, a falta de compromisso do governo federal na quitação das dívidas vem gerando um transtorno econômico para as instituições de ensino. “Só no Unibave temos XXXX alunos que financiam o curso por meio do FIES, o não pagamento dos valores pelo governo federal, hoje, representa um passivo de XXX mil reais, dinheiro este que poderia estar sendo injetado na economia local”, completou Willemann.

Segundo o reitor do Centro Universitário Barriga Verde – Unibave, Elcio Willemann, a falta de repasses do governo federal vem gerando um transtorno econômico-financeiro para com as instituições de ensino. “Só aqui no Unibave temos mais de 400 alunos que financiam o seu curso por meio do FIES. O não pagamento dos valores pelo governo federal, hoje, representa um passivo de mais de um milhão de reais, recurso este que poderia estar sendo utilizado em implementação de laboratórios, biblioteca e acessibilidade, bem como na capacitação de docentes”, completou Willemann.


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