• Colégio Dehon está há 70 anos desenvolvendo e moldando futuros

Colégio Dehon está há 70 anos desenvolvendo e moldando futuros

11 Ago, 2017 15:40:02 - Educação

Tubarão (SC)

Em uma trajetória constantemente renovada à luz de novos valores, desde 1947, o Colégio Dehon de Tubarão se pauta na humanização como principal ingrediente para o desenvolvimento de cidadãos engajados na construção de um mundo melhor, onde a ética e a solidariedade são pautas referenciais de convivência familiar e social.

Nascido com nome de Ginásio Sagrado Coração de Jesus, de acordo com Erly Popoaski e Silvia Michels,  as primeiras aulas aconteceram no dia 1º de março de 1947, mesmo em meio às obras. A educação com alto padrão de ensino virara realidade. A demanda pelo 2º Ciclo de estudos (atual Ensino Médio) fez com que fosse incluído em 1957, alterando o nome de Ginásio SCJ para Colégio Dehon, homenagem ao fundador da Congregação dos Padres Sagrado Coração de Jesus, Padre Leão João Dehon.

Em 1971, a Fundação Educacional do Sul de Santa Catarina (Fessc), atual Unisul, adquire o patrimônio do Colégio e passa a primar também pela educação básica. No mesmo ano criou-se os cursos de Técnico em Química e Técnico em Estatística. Em 1974, pelo fatídico da enchente, o Colégio Dehon cedeu espaço físico para uma escola particular que atendia do pré-escolar até a 4ª série, até então o Dehon oferecia do 5º ano até o 2º grau. Em 1976 a escola particular foi incorporada e o Dehon inaugurou nova ala abrigando o ensino infantil e fundamental. Em 1979, formando parceria com outras instituições, adota apostilas de pré-vestibular.

Hoje, o Dehon oferece desde a educação infantil até o pré-vestibular. O ensino infantil tem funcionamento em horário integral onde as crianças participam de diversas atividades o dia inteiro. No ensino médio, além dos Terapeutas da Alegria, há projetos relacionados à arte, à culinária, à música, à dança, ao esporte, intercâmbios, viagens, entre outros.

Nesta história de 70 anos do Colégio Dehon, Maria Nilceia Juncklaus Preis, foi orientadora educacional, professora e coordenadora pedagógica no período de 1985 até 1992. ”Neste ambiente de constante efervescência que, desde a concretização de um sonho da comunidade tubaronense com a criação de um colégio que permitisse um ensino de qualidade a seus jovens – abraçado pelos padres da Congregação do Sagrado Coração de Jesus –, as sementes são lançadas diariamente e germinam com a vitalidade dos que sabem construir as bases de um cidadão ético”, enfatiza Nilceia, que atualmente faz trabalhos voluntários em instituições que se dedicam ao próximo, e produz artesanatos.

A coordenadora adjunta do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde, professora doutora Fabiana Schuelter Trevisol, lembra de ter estudado sobre o corpo humano nas aulas de ciências da 7ª série, percebendo então a vocação para a área da saúde. A egressa do Dehon lembra ainda das feiras de ciências em que fazia experimentos, dos ensaios para o 7 de setembro, do lanche da Dona Tereza, do parquinho, da antiga biblioteca, de hastear a bandeira, de cantar o hino e fazer fila por ordem de altura para entrar na sala, do cheiro dos plásticos que usava para encapar cadernos e livros. “Todos os colaboradores e colegas contribuíram para minha formação de personalidade, e tenho amigos que cultivo até hoje. Minhas duas filhas estudam no Dehon e elas gostam de saber que a mãe delas estudou lá”, exclama Fabiana.

Apesar do cenário de crise, nos últimos cinco anos o Colégio Dehon ampliou de mil alunos matriculados para dois mil alunos matriculados, sendo considerado, inclusive, como um dos maiores colégios do estado de Santa Catarina. O Colégio Dehon tem espaços apropriados para cada nível de ensino e conta com a estrutura da Unisul: brinquedoteca, laboratórios, biblioteca, quadras poliesportivas, salas de música e arte, entre outros ambientes que oportunizam uma aprendizagem diferenciada e valorizam o conhecimento.  O número expressivo de aprovados no vestibular demonstra que a caminhada do Dehon está no rumo certo.

O diretor do Colégio Dehon, professor José Antônio Matiolla, acredita que os idealizadores desta ideia de sucesso, que é o Dehon, não faziam ideia até onde o sonho alcançaria. Criaram a proposta para atender a necessidade daquele momento, mas não imaginavam que se tornaria um colégio inserido no contexto de uma universidade. “Fazer parte deste 70 anos é olhar para traz com gratidão por todos aqueles que apostaram sendo professores, funcionários, alunos, sendo pais da comunidade Dehon”, conclui Matiolla.

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REDAÇÃO JINEWS
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