• BR-101 Sul: as diferentes travessias de pedestres em SC e RS

BR-101 Sul: as diferentes travessias de pedestres em SC e RS

27 Set, 2017 16:55:22 - BR-101

Tubarão (SC)

A duplicação da BR-101 Sul, entre Palhoça (SC) a Osório (RS) tem cenários urbanos bem distintos entre os dois segmentos de obras para expansão rodoviária. Essa diferença faz com haja métodos construtivos próprios para suprir a demanda na circulação de pedestres, seja para transpor o fluxo de veículos ou caminhar pelas vias laterais. Em Santa Catarina, os aglomerados urbanos são mais presentes e densos, já no trecho gaúcho a realidade é outra: há menos pessoas residindo próximo da rodovia federal.

Nos 26 municípios que as obras de duplicação abrangem, o fluxo de veículos atravessa 16 aglomerados urbanos, sendo que treze deles estão no segmento catarinense e apenas quatro estão dispostos no trecho do RS. Nos demais, a BR-101 corta apenas bairros sem grande concentração urbana. Para ilustrar a disparidade, de Palhoça a Passo de Torres, o DNIT construiu 23 passarelas e 29 passagens inferiores. A maioria das estruturas está localizada entre Tubarão e Santa Rosa do Sul, onde estão concentradas as maiores travessias urbanas que o traçado de pistas corta. No trecho gaúcho, menor em extensão, estão construídas cinco passarelas, sendo que quatro delas estão localizadas em Osório e uma em Três Cachoeiras e três passagens inferiores – todas em Terra de Areia.

Os viadutos construídos durante a duplicação também servem como passagem para os pedestres cruzarem as duas pistas. Considerando esses espaços, a travessia pode ser feita em outros 111 pontos diferentes, somente no trecho catarinense. Além das passarelas, passagens inferiores e viadutos, quem cruza a BR-101 Sul a pé ainda pode utilizar as travessias em nível, que são espaços entres as proteções de concreto ou canteiro central. Esse tipo de equipamento é mais comum no trecho gaúcho.

Para complementar o conjunto de travessias, a duplicação da rodovia federal também disponibiliza os espaços entre as estruturas para travessia de pedestres. São as passagens de pedestres em nível das pistas, que ligam um bordo ao outro das pistas, sobre o pavimento. A abertura na proteção é feita, geralmente, próximo de pequenos aglomerados urbanos, lindeiros da rodovia federal, ou entre obras de arte especiais (OAEs). É mais comum no trecho catarinense e, no trecho entre Torres e Osório, as travessias em nível são dispostas sobre o canteiro central, com plataforma e isoladas por defensas metálicas.

Além dos equipamentos de travessia, faixas para pedestres em vias laterais nos segmentos duplicados também foram implantadas. Há faixas em ambas as vias lindeiras, paralelas, sempre anteriormente aos vãos inferiores de viadutos e saídas de passarelas ou passagens inferiores de pedestres, onde há fluxo de veículos. Elas são complementos para a sinalização vertical rodoviária instalada.

Fora das obras estruturais, entre os 22 projetos socioambientais e um Estudo que integram o Projeto Básico Ambiental (PBA), desenvolvidos paralelamente à duplicação, consta o programa de Melhoria das Travessias Urbanas. Esse programa é implementado pelo DNIT e acompanhado pelo consórcio das empresas Concremat-Tecnosolo, e tem como objetivo o planejamento, construção e operação da rodovia, de modo a integrá-la ao espaço urbano, minimizando os impactos sobre a comunidade lindeira, como a separação de bairros pela rodovia.

TEXTO/ ASSESSORIA DE IMPRENSA
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REDAÇÃO JINEWS
Postado por REDAÇÃO JINEWS

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