• Abertas negociações coletivas dos servidores municipais de Maracajá

Abertas negociações coletivas dos servidores municipais de Maracajá

06 Fev, 2020 16:13:08 - Economia

Maracajá (SC)

 As bases para negociação coletiva dos salários e condições de trabalho dos servidores municipais de Maracajá foram definidas em encontro realizado no Gabinete do Prefeito, no fim tarde de quarta-feira (5). Participaram a direção e assessoria jurídica do Sindicato, prefeito Arlindo Rocha e a secretária de Administração Marluci Rocha.

Firmada pelo prefeito com a representação dos servidores no inicio da atual administração, a data base da categoria é 1º de março, mas as partes concordaram em dinamizar o processo negocial por 2020 ser um ano eleitoral. "Temos o interesse de chegar ao acordo o mais rápido possível, mas com a prudência necessária", disse Arlindo.

Os servidores, até 2017, sequer tinham piso salarial definido. Havia casos de trabalhadores que recebiam abono para atingirem o salário mínimo. Em 2018 o piso foi fixado em R$ 1,2 mil e mais de 30% do quadro foi beneficiado. Em 2019 o menor salário foi de R$ 1.250,00 e todos passaram a receber vale alimentação de R$ 100,00 e abono assiduidade de R$ 200,00.

Os servidores decidiram agendar, possivelmente para próxima semana, assembleia geral para definir o rol de reivindicações para apresentar em mesa de negociação com a administração. Até lá, segundo Arlindo, técnicos calculam o impacto do reajuste de 12,84% do piso do magistério. "Queremos aplicar o reajuste na carreira", afirmou o prefeito.

Prefeito e a representação dos servidores debateram, também, sobre mudanças nos critérios para progressão na carreira do magistério e dos demais servidores. "No ano passado, negociamos com uma comissão de servidores, eliminamos critérios subjetivos por avaliação objetiva e um grupo convenceu os vereadores a votar contra, desfazendo toda negociação feita, inclusive discutida em assembleia", ponderou o prefeito de Maracajá.

A questão, segundo a nova presidente do Sindicato, Michelini Costa, voltará a ser debatida com os servidores e deve integrar o rol de reivindicações da categoria para negociações com a administração municipal. Com o voto contrário dos vereadores, os servidores da administração, por exemplo, foram atingidos. Os professores para progredirem na carreira precisam de 80 horas/aula em cursos de aperfeiçoamento. Os demais precisam 500 horas/aula e a nova lei igualaria todos em 80 horas/aula.

ASSESSORIA DE IMPRENSA

REDAÇÃO JINEWS
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